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Inês Gama: Montijense é Miss Setúbal e vai representar o distrito na final do Miss Queen Portugal

Inês Gama é a jovem montijense que vai representar o distrito de Setúbal na final nacional do concurso de beleza Miss Queen Portugal, após vencer a gala regional e conquistar o título de Miss Setúbal 2020.

Esta foi a primeira participação da montijense num concurso de beleza. “Andava na internet a ver agências de modelos e apareceu este concurso, resolvi inscrever-me, mas não sabia bem para o que era”, explica. “Umas semanas depois ligaram-me, foi tudo muito rápido”.

Após o casting de seleção, as concorrentes realizam uma preparação para o concurso com duas semanas repletas de atividades. Este ano devido à pandemia essa preparação decorreu online através de três iniciativas relacionadas com as temáticas em destaque nesta edição: o ambiente, o empoderamento feminino, e a covid-19.

“Para a primeira iniciativa tínhamos de gravar um vídeo ou tirar uma foto a plantar uma árvore, com a hashtag Plantar1Milhão. O segundo desafio estava relacionado com o empoderamento feminino, tínhamos de gravar um vídeo sem maquilhagem, ao natural, mostrando o que achávamos da nossa imagem. Para a última iniciativa tínhamos de apelar ao cumprimento das medidas de proteção individual relativamente à covid-19”, conta.  

Para Inês, a conquista do título de Miss Setúbal 2020 foi “completamente inesperada”. “Comecei esta experiência pela brincadeira, não estava nada à espera que fosse ser assim. Talvez se soubesse para o que era não me teria inscrito por receio, mas sem dúvida que me ia arrepender”, revela.

Segue-se agora a final nacional na qual Inês irá competir contra as vencedoras de 17 municípios e com as representantes dos Açores, Madeira e Comunidades Portuguesas. “Ainda não há data marcada, supostamente acontece sempre no fim de dezembro, na passagem de ano até, mas penso que este ano não vai funcionar assim”, afirma.

Para a montijense é “um orgulho” representar o distrito de Setúbal e o seu concelho neste concurso, procurando transpor esse sentimento numa das categorias da próxima etapa da competição.

“Na final há um desfile no qual temos de vestir um traje tradicional que represente o distrito. O traje tem de ser feito por nós, não pode ser um já existente. Para a produção fotográfica tenho de levar outro diferente, esse quero muito que seja inspirado no Montijo e que seja representativo da minha terra”, afirma.

O que começou como uma brincadeira rapidamente se tornou numa “experiência incrível e desafiadora”. Para Inês os concursos de beleza são um conceito que acredita ser “muito melhor e mais giro” do que as agências de modelos que procurava inicialmente.

“Aqui o requisito é seres tu própria. Para eles a beleza não é só exterior, é interior também, daí todas as causas que defendem e os desafios que realizamos. Um dos desafios que tenho de fazer agora é criar um projeto sobre uma causa, por exemplo”.

Para a candidata esse é um dos fatores que faz desta uma experiência interessante. “O desfile passa por muito mais do que só o exterior, é preciso discursar, responder a perguntas e divagar sobre temas, neste caso sobre o ambiente, o empoderamento feminino e a covid-19. É muito giro, mas também deixa uma ânsia enorme e é isso que é preciso combater porque é o que o júri vai observar, como discursamos, o à vontade, a cultura e o conteúdo”, explica.

De sorriso no rosto, Inês mostra-se esperançosa com a final nacional, apesar de ser “todo um mundo novo, mas cheio de oportunidades”.

“Quando ganhei o título de Miss Setúbal 2020 não peguei nisso, no sentido de não ter procurado nada. As outras raparigas estão em agências, têm patrocinadores de vestidos, de cabeleireiro e de maquilhagem. Não tenho nada disso, vou trabalhando com o que acontece literalmente”, afirma entre risos. “Tenho a minha maquilhadora, a Vanessa, porque antes desta aventura já era modelo de maquilhagem para ela. Mas tenho feito tudo e tem corrido muito bem, as coisas estão a funcionar, mas espero que esta parte melhore”.

Na final nacional será eleita a Miss Queen Portugal, mas não só, e as chances de ganhar um título são várias. “É eleito um top oito e são distribuídos vários prémios, cada um pode depois ser representado em concursos internacionais, há várias possibilidades”, explica a montijense. “Se ganhar é todo um mundo novo que aí vem, espero que sim, gostava de conseguir”.

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